segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Manual para batizar motel


1 - Pegue um substantivo ou um adjetivo relacionado a algo minimante sensual ou erótico

2 - Se a criatividade estiver em baixa, meta lá um nome de cidade ou país mesmo

3 - Ainda assim não conseguiu? Pegue qualquer palavra, com alusão a sexo ou não.

4 - Ponha um "us" no final. Pronto!

O daí de cima é o Gregus. Há também o Delirius, Egytus (???), Infinitus, Eqqus, Styllus, Aquarius, Farao´s...

quinta-feira, 27 de março de 2008

Primeira paixão

A Kelly, moreninha de cabelos encaracolados, minha colega do pré-primário à quarta série. Acho que em algum momento ela gostou de mim também. Pelo que eu soube engordou horrores e casou

Sonho

Aos 8, ser piloto de Fórmula 1

Viagens na infância

Ir de ônibus executivo de São Miguel ao parque Dom Pedro. Era o ápice da emoção da minha rotina de infante. Minha mãe precisava fazer algo no centro da cidade, me carregava junto. O ônibus era confortável, de poltronas largas, reclináveis. Tomávamos café com pão de queijo na Casa do Pão de Queijo e comprávamos balas e brinquedos nas Casas Brasileiras e Americanas do centro velho. Às vezes eu ganhava algum boneco “Comandos em ação” ou soldadinhos verdes da Gulliver

Brincadeira predileta

Sozinho, jogo de botão. Recortava os botões da revista Placar, montava campeonatos e tabelas. Comprava pacotes cheios de botões ou jogos avulsos, esses no bazar da dona Vilma. Em grupo, polícia e ladrão, correndo descalço no asfalto

Maior medo

Apanhar do Marrom, um garoto da minha rua que sempre implicava comigo. Sempre jurava que ia me pegar, por motivos os mais ridículos: seja por ganhar dele no futebol, perder no futebol (quando jogava no time dele) ou dividir alguma bola com ele –no futebol. Quantas vezes eu voltei da escola mais tarde, morrendo de medo de encontrá-lo. Acho que, apesar do medo, nunca apanhei do Marrom

Escritor wannabe

A tarefa da escola era relatar em um diário a rotina em casa. Esqueci de fazer e, sem saber o que entregar, criei uma rotina fictícia. Escrevi até que minha mãe me batia em determinado momento –mentira. “Que que você escreveu aqui? Que eu te bati?”, perguntou minha mãe, surpresa, ao achar o falso diário, dias depois